Utilizando Linux

Saudações Leitores, eu sou usuário do Linux a algum tempo e meu objetivo não é tentar convencer ninguém a utilizar um sistema operacional que não deseje, mas para aqueles que querem desenvolver novas sinapses explorando um novo horizonte de aprendizado, vou deixar alguns depoimentos.

O Linux me foi apresentado por alguém que estava acostumado a utilizá-lo em servidores, até então eu era usuário fiel do Windows (na época a versão 98), e confesso que não foi uma experiência agradável. Como a versão do Linux que me foi apresentada era uma utilizada em servidores, não tinha ambiente gráfico e dependendo o software que se precisava instalar era necessário passar por alguns processos “dolorosos” de compilação (aplicação e kernel) onde se houvessem erros poderia perder-se o sistema operacional da máquina (levava-se muitas horas para recuperar e as vezes era mais rápido instalar todo o SO e aplicações do zero).

Como eu nunca fui de desistir fácil, continuei tentando aprender, brinquei com versões como a antiga Kurumin, as distribuições da Conectiva, a complicadíssima Slackware e finalmente cheguei a uma das distribuições que considerava como sendo o mais agradável aos usuários na época (1999/2000), o Linux Mandrake.

Não demorou muito para os ambientes gráficos como Gnome e KDE começaram a melhorar e serem incorporados na instalação de diversas distribuições e acabei abandonando o Mandrake para utilizar versões como a Red Hat e SuSE. Hoje existem uma gama grande de distribuições Linux para as mais diversas aplicações (desde as mais enxutas para rodar em dispositivos com baixa capacidade de processamento até mesmo versões robustas para que permitam o escalonamento de servidores de alta complexidade e disponibilidade).

A minha experiência atual é restrita à distribuições para desktop, deixo os servidores para aqueles que possuem mais tempo, uma vez que atualmente me interesso por áreas mais relacionadas a desenvolvimento de sistemas.

Para finalizar esta primeira parte dos meus relatos falta dizer qual a distribuição que escolhi e sendo assim, utilizo atualmente a Fedora Workstation em sua versão 23 (atualizei para a 23 neste final de semana). Porque a Fedora? Bem, é uma versão onde há uma grande comunidade de usuários e é muito fácil de se obter auxílio inclusive em português, é segura, relativamente estável, e falo relativamente pois a Fedora possui a característica de ser atualizada constantemente com os recursos mais modernos que há, desta forma pode haver algum eventual problema, mas eu pessoalmente não tenho reclamações neste sentido, e para finalizar ela é o “fork” de uma das distribuições que sempre considerei como sendo uma das melhores a Red Had.

No próximo artigo falarei um pouco da Distribuição Ubuntu e um pouco mais da minha experiência com a Fedora, até a próxima.

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